CROCHETANDO

O crochê está cada vez mais recebendo o devido valor como técnica artesanal e principalmente de ARTE.

Como representante ilustre do Slow Design é um tapa na cara para a nossa obsessão por velocidade, quantidade e globalização.
Técnicas manuais valorizam designers e tradições locais e não há nada mais sustentável do que isto. Fica na contramão do comércio desenfreado.
Alguns artistas usam o crochê como manifestação artística urbana e fazem instalações em cidades cosmopolitas para lembrar as pessoas que elas tem, literalmente, que Slow Down, respirar e viver. E que a vida pode ser muito linda e colorida.
É o caso da crocheteira polonesa Agata Olek com instalações curiosas que por vezes até envolvem pessoas:
 
 
Tem também a Carol Hummel, crocheteira americana, que faz intervenções de crochê na Natureza, para chamar atenção da necessidade que temos de preservá-la e como seguimos a destruindo:
 
Tudo isto é muito conceitual e alimenta a alma. Pura ARTE.
Você pode trazer o crochê para dentro da sua casa e também alimentar o seu dia a dia. Aqui no Brasil conhecemos poucos exemplos de artistas que colocam o  coração para desenvolver peças que de tanta energia tem o poder de mudar o astral da sua sala. Por isto admiramos muito o trabalho da Mari Dabbur.
Talvez por ela ser uma estudiosa em Feng Shui, ela consiga transformar uma almofada em um abraço, um pufe em um colo bem confortável. Suas peças além de lindas tem vida própria.
Na Craft Design deste ano, ela lançou a coleção Slow Design:
 
luminárias pendentes em crochê
 pufe com pingente de franja
 quadro parceria com artista plástico Giuliano Martinuzzo
 charme na banqueta e na almofada
No site da Mari Dabbur você entende mais quem ela é e porquê ela é.
Fica a mensagem para você desacelerar e apreciar as coisas bonitas da vida.